Menu
sábado, 15 de maio de 2021
Andorinha - Maio
Andorinha - Maio
Geral

Covid-19: variante britânica não causa doença mais grave, diz estudo

13 abril 2021 - 09h24Agência Brasil

Estudos científicos publicados em duas áreas da revista médica Lancet indicam que as pessoas infectadas com a variante do SARS-CoV-2 identificada no Reino Unido não contraem formas mais graves da covid-19.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1406666&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1406666&o=node

Os estudos foram feitos por observação, analisando a situação de pessoas infectadas com a variante designada como B.1.1.7, em um hospital de Londres, no Reino Unido, e por meio do que cerca de 37 mil pessoas infectadas declararam num trabalho britânico de acompanhamento de sintomas.

Em artigo publicado no boletim The Lancet Infectious Diseases, foram analisados 341 doentes admitidos no hospital do University College e no hospital da Universidade de North Middlessex em novembro e dezembro passado. A conclusão foi que os infectados com a variante não ficaram doentes com maior gravidade, mas a carga viral foi superior.

“Não se detectou prova de uma associação entre a variante e doença mais grave, com 36% dos doentes com a B.1.1.7. a ficarem gravemente doentes e a morrerem, quando comparado com os 38% dos que tinham uma variante diferente”, concluíram os pesquisadores, que reconhecem a necessidade de investigação mais aprofundada.

Em outro estudo, divulgado na publicação The Lancet Public Health, analisaram-se dados submetidos à aplicação Covid Symptom Study entre setembro e dezembro de 2020, que foram cruzados com as análises genéticas regionais conduzidas pelas autoridades de saúde britânicas destinadas a detectar a presença de variantes.

“A análise revelou que não há associações estatisticamente significativas entre a proporção da B.1.1.7. entre regiões e os tipos de sintomas que as pessoas tiveram”, concluíram os pesquisadores.

Além disso, a proporção de pessoas que tiveram casos prolongados de covid-19, com sintomas persistentes, não foi alterada pela presença da variante.

No entanto, os autores concluíram que o índice de transmissibilidade (Rt) é 1,35 vez superior na variante B.1.1.7.

A pesquisadora Britta Jewel, do Imperial College, comentou que o estudo contribui para o consenso de que a B.1.1.7. aumenta a transmissibilidade, o que levou, em grande parte, ao aumento exponencial de casos no Reino Unido e em outros países europeus.

 

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

TRÂNSITO
Jovem de 19 anos morre após subir em capô de carro e namorado bater em poste na Capital
GERAL
Começa a valer hoje nova política de privacidade do Whatsapp
GERAL
Detran-MS continua mutirão de renovação de CNH com EAR neste sábado
GERAL
Cuidados com a pele devem ser redobrados como inverno
ESPORTE
Final do Cariocão 2021 começa neste sábado com o clássico Fla x Flu
SAÚDE
Saúde reforça a importância dos cuidados de biossegurança
GERAL
Sorteio da Mega-Sena deste sábado tem prêmio estimado em R$ 33 milhões
GERAL
Pesquisadores alertam para riscos de crianças expostas a telas
CORONAVÍRUS
Alerta Covid: Casos confirmados e internações continuam crescendo
CULTURA
Semana Nacional de Museus terá lançamento de livros sobre Patrimônio de Corumbá

Mais Lidas

POLICIAL
Polícia Federal apreende 280 Kg cocaína na parte alta de Corumbá
VACINAÇÃO
Poliesportivo está aberto para repescagem e aplicação de segunda dose da vacina da Covid-19
ACIDENTE DE TRÂNSITO
Bombeiros socorrem vítimas de colisão de carros no Centro
OPORTUNIDADE
IEL tem 91 vagas de estágio para Campo Grande, Camapuã e Corumbá