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Corumbá registra caso importado de zika vírus. Paciente estava na Paraíba

23 dezembro 2015 - 09h44Redação

Caso importando de zika vírus foi registrado em Corumbá na semana passada. Trata-se de uma criança com oito anos de idade que estava na cidade de Monteiro, na Paraíba, estado que vive uma epidemia da doença causada pelo mosquito Aedes aegypti, que também transmite a dengue e a chikungunya.

 

A informação é da secretária de Saúde da Prefeitura de Corumbá, Dinaci Ranzi, salientando que a criança foi atendida e tratada somente em nível ambulatorial, sem necessitar de internação, já que o seu estado em geral é bom.

 

A criança chegou a Campo Grande no dia 12 de dezembro, vindo da cidade paraibana, estado que já notificou 371 casos da microcefalia até o último dia 20. Os primeiros sintomas foram sentidos no dia 13. A criança apresentou febre e dores articulares, foi consultada no Centro Regional de Saúde Guanandi, em Campo Grande, onde foi medicada e liberada, viajando para Corumbá em seguida.

 

Já em Corumbá, no dia 14, a paciente apresentou manchas pelo corpo e febre (39,2º) e aumento de dores articulares, tendo sido encaminhada à rede privada. Dinaci explicou que somente no dia 18 de dezembro é que o setor da Vigilância Epidemiológica de Corumbá tomou conhecimento do caso, após a criança ter sido atendida em uma unidade de saúde pela médica infectologista Márcia Del Faro, quando foi confirmado clinicamente e pelo vinculo epidemiológico como caso de zika vírus importado.

 

No mesmo dia a Vigilância Epidemiológica repassou as informações à Secretaria de Saúde do Estado, enquanto a Secretaria de Saúde do Município desenvolvia ações de controle de vetores na cidade com bloqueio químico e mecânico, trabalho desenvolvido junto com a Secretaria de Saúde de Ladário, já que a criança reside na divisa entre as duas cidades pantaneiras.

 

É importante lembrar que, em Corumbá, a Prefeitura está com uma mega ação de combate ao mosquito Aedes aegipty, transmissor da dengue, da febre chikungunya e da zika vírus. “É importante que a população se mantenha atenta, mantendo seus imóveis limpos, evitando criar criadouros em potencial do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e da zika”, pede Dinaci.

 

Ela lembra que a cidade já notificou 753 casos de dengue, com 24 positivos, e 21 da febre chikungunya, com seis confirmados e oito aguardando resultado de exame.

 

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