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Corumbá reforça ações para combater o mosquito Aedes aegypti na cidade

02 agosto 2016 - 10h46PMC

Corumbá trabalha para reduzir ainda mais os índices de infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Depois de registrar 0,7% em julho, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, está com um cronograma para ser cumprido durante este mês de agosto e os trabalhos começam na próxima sexta-feira, 05, com ações nas entradas da cidade e na região central.

O cronograma foi divulgado pela Secretaria de Saúde e os trabalhos contarão com apoio de parceiros, entre eles o Exército e a Marinha do Brasil, bem como as demais pastas do Poder Executivo. A ação, denominada de “Corumbá contra o Aedes aegypti”, será desenvolvida durante este mês de agosto e culminará com um grande mutirão no Bairro Popular Velha, região com o maior índice de infestação do mosquito conforme o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), com 4,6%, bem acima do aceitável que é de até 1%.

O início da campanha será na sexta, com blitz educativa nas regiões do Lampião Aceso, no Posto Esdras (fronteira com a Bolívia) e no centro da cidade (Frei Mariano com a Dom Aquino), no período das 08 às 11h30.

No dia 12, a blitz acontece em frente à Escola Almirante Tamandaré, durante o Prefeitura no Bairro, programa que vai atender a população do Guató, Cravo Vermelho e Cristo Redentor. Será também das 08 às 11h30. No dia 19 de agosto, a blitz será na Popular Velha, no mesmo horário, e o encerramento acontece dia 26, com um grande mutirão nesta mesma localidade, das 07h30 às 11 horas.

Levantamento

O último LIRAa realizado na cidade apontou índice de infestação do Aedes de 0,7%. No entanto, três bairros estão merecendo atenção especial por parte das equipes da Secretaria de Saúde: Popular Velha, que registou incidência de 4,60%; Guató, com 2,35%, e Maria Leite, com 1,83%. Todos estão acima do tolerável e os focos foram encontrados em depósitos de armazenamento de água baixo (nível de solo), a exemplo do que ocorreu na Nova Corumbá (0,88%) e Cristo Redentor (0,69%).

O levantamento apontou foco também no Centro I (da Rua Antônio Maria Coelho à Edu Rocha), 0,44%. Na região, as larvas foram localizadas em depósitos fixos (calha, laje, etc).

Nesse terceiro LIRAa do ano não foram encontrados focos nos bairros Previsul, Popular Nova, Centro América, Aeroporto, Jardim dos Estados, Universitário, Arthur Marinho, Cervejaria, Dom Bosco, Generoso, Beira Rio, Industrial, Nossa Senhora de Fátima, Guarani e Centro II (da Antônio Maria Coelho até a Albuquerque).

 

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