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Correios registram atraso na entrega de 36% das correspondências em MS

24 maio 2018 - 10h41Campo Grande News

A greve dos caminhoneiros impediu a entrega de 36% das correspondências e 15% das encomendas dos Correios em Mato Grosso do Sul. Segundo levantamento da estatal, nenhuma das 20 linhas de transporte chegou ou saiu do estado nessa quarta-feira (23).

Conforme a assessoria de imprensa, não é possível medir o tempo de atraso nos objetos que já estavam a caminho de seus destinos, pois isso dependerá de quanto tempo durar os bloqueios nas rodovias.

Quanto aos objetos postados a partir do dia 22, segundo os Correios, haverá acréscimos no prazo de entrega de cartas e encomendas via Sedex e PAC enquanto durarem os efeitos das paralisações. Além disso, não estão sendo aceitas temporariamente qualquer envio com dia e hora marcados.

Paralisação – Os caminhoneiros protestam contra a política de preços da Petrobras, que sobe e desce o diesel de acordo com as variações no dólar. Com isso, na semana passada houve aumentos sucessivos que encareceram o insumo.

Nesta quinta, são cerca de 30 pontos de bloqueio em Mato Grosso do Sul, de acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal). Todos os tipos de cargas estão sendo paradas. Somente carros de passeio e ônibus seguem viagem.

Há interdição, entre outros pontos, na BR-163 em Eldorado (km 39), Naviraí (km 117), Caarapó (km 206), Dourados (km 256 e 266), Rio Brilhante (km 323), Campo Grande (km 462 e 477), Bandeirantes (km 550), São Gabriel do Oeste (km 614 e 618) e Rio Verde de Mato Grosso (km 678).

Efeitos – Postos de combustível no estado beiram o desabastecimento. Com medo de que falte gasolina ou álcool, motoristas começaram a fazer fila para encher o tanque. A demanda e o baixo estoque fez o produto passar dos R$ 4 em Campo Grande.

Sofrem também os aeroportos, já que o querosene que abastece as aeronaves está travados nos bloqueios. Em Campo Grande há estoque para manter o tráfego normal de aeronaves, mas em outras cidades voos já chegaram a ser cancelados enquanto as empresas flexibilizaram as regras de remarcação para que os passageiros fossem prejudicados o menos possível.

Na Ceasa (Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) em Campo Grande, o estoque de laranja e batata acabou, além dos preços que continuam aumentando.

O saco de batatas, com 50 kg, que custava R$ 70 chegou a ser vendido por R$ 300 nesta quarta-feira – aumento de 328% -, antes de acabar.

Já a saca do chuchu que era vendida a R$ 28, já custa R$ 40 – variação de 30% – e o repolho que saía a R$ 25, está R$ 38 – variação de 52%. A cebola subiu de R$ 40 para R$ 50.

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