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Condenado a mais de 80 anos "some" da Máxima em Campo Grande

Laudelino tinha tentado sair da cadeia por causa da covid-19, mas juiz entendeu que era "risco para sociedade"

04 junho 2021 - 13h49 Ana Paula Chuva e Marta Ferreira - Campograndenews

A Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) e a Polícia Civil estão investigando a fuga de  detento do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima, no Jardim Noroeste, em Campo Grande, na madrugada de quarta-feira (2).  Ele simplesmente sumiu e a falta só foi percebida na hora do "confere".

Conforme registro policial, durante conferência no pavilhão 3 da unidade penal o agente penitenciário deu falta do detento Laudelino Ferreira Vieira, 43 anos, conhecido por "Lino", dono de extensa ficha criminal.

De acordo com a Agepen, o caso está sendo investigado pela Corregedoria-Geral que inclusive analise as imagens da câmera de monitoramento da unidade penal para saber as circunstâncias da fuga.

Conforme apurado pelo Campo Grande News, Laudelino tinha autorização para trabalhar no presídio, junto com outros 230 detentos. Atuava  na limpeza da escola da unidade penal.

Em agosto de 2020, tentou prisão domiciliar em razão de covid-19, mas o juiz responsável, Mário José Esbalqueiro Junior, então titular da 2ª Vara de Execução Penal, disse que soltar o condenado representava risco para a sociedade, diante de sua vida pregressa.

"Lino tem condenação superior a 80 anos de prisão, por crimes de tentativa de homicídio, homicídio, tráfico de drogas, roubo, furto, além de latrocínio.

Laudelino é integrante de quadrilha que roubou três aviões e matou o empresário Luís Fernandes de Carvalho em Corumbá, em 2004.

Em 2015, ele foi condenado a 22 anos de prisão em regime fechado pela tentativa de assassinato de policiais rodoviários federais em julho de 2010. Ele e um comparsa foram baleados após furar um bloqueio e disparar 10 tiros contra os policiais na BR-262, em Terenos, quando tentavam trazer cocaína da Bolívia.

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