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"Combate aéreo é imprescindível para conter incêndio no Pantanal", afirma Bombeiro

12 janeiro 2017 - 09h20Gesiane Medeiros
Equipe dos Bombeiros foram ao local por duas vezes nesta quarta-feira (11). Foto: Divulgação

O incêndio florestal que teve origem em território boliviano há pelo menos uma semana, já atinge 10 hectares e agora assusta moradores de Corumbá. Dez militares do Corpo de Bombeiros iniciaram nesta quarta-feira (11), o combate direto, mas se depararam com dificuldades para o trabalho terrestre em uma área extensa e de difícil acesso. Para o comandante do 3° Grupamento do Corpo de Bombeiros de Corumbá, Eduardo Steica, “o combate aéreo é imprescindível, pois nem mesmo cem homens por terra seria suficiente para conter as chamas, precisamos de algo maior”.

Uma nova avaliação da situação será feita hoje, Bombeiros retornarão ao local para identificar o caminho do fogo, para onde ele sopra com mais força, e a partir dessas informações, um diagnostico preciso e incisivo será elaborado e enviado para o Ibama em Campo Grande, onde será, pedido um helicóptero de Brasília, para a contenção do fogo que ameaça a região considerada a maior planície alagável do planeta. “Corumbá tem 65 mil hectares de Pantanal e nenhuma estrutura, nem mesmo um órgão autossuficiente para combater situações como esta, a começar pela necessidade de um helicóptero”, aponta Steica.

Steica afirma que não dá para contar com previsões climáticas, há três dias espera-se por uma chuva que não chega. Foto: Divulgação

A grande dificuldade da equipe é acessar a área do incêndio florestal, o fogo consome os baceiros e é quase impossível o deslocamento no trecho, que chega a cobrir os militares até a cintura. Em locais próximos as lagoas das áreas de capão (mancha de vegetação arbórea), as chamas alcançam até 5 metros de altura. A quantidade de fumaça que cobre o local torna a respiração insuportável e as abelhas em processo migratório também dificultam o trabalho.

O contrato com a brigada de combate a incêndios florestais do Ibama (PrevFogo), dura apenas seis meses, de julho a dezembro, período de estiagem na região, por isso, até o momento, os Bombeiros trabalham sozinhos com a missão de salvar esta área de preservação ambiental.

Fumaça provocada pelo incêndio já atinge cidade. Foto: Divulgação

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