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Celulose e carnes provocam aumento de 23% nas exportações de MS

16 outubro 2018 - 09h29Campo Grande News

As exportações do setor industrial de Mato Grosso do Sul registraram aumento de 23% nos primeiros nove meses deste ano, em comparação com o ano passado. Celulose e carnes, bovina e de aves, foram responsáveis por alavancar a venda dos produtos para o mercado internacional. Os dados são da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul).

Conforme o levantamento, a indústria respondeu, em setembro, por 76% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul. Já o acumulado de 2018 representou participação de 60%. A receita com a exportação de produtos industriais foi de US$ 287,4 milhões.

Coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende afirma que Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Açúcar e Etanol” e “Couros e Peles” se destacaram em relação aos outros setores. Somados, eles representam 98% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior.

“A produção de celulose segue em expansão, registrando recordes consecutivos nos últimos anos. Tal resultado é derivado da demanda externa aquecida, principalmente na China e na Europa, que são os principais mercados de destino da nossa produção. O cenário continua positivo para 2018, com preços em elevado patamar e produção em crescimento”, comentou o coordenador.

Setores fortes – O grupo “Celulose e Papel” teve receita de US$ 1,41 bilhão, com aumento de 94% nos nove meses de 2018 com o mesmo período de 2017. Desse total, 97,6% decorrem da venda da celulose (US$ 1,38 bilhão).

Principais compradores, a China responde por US$ 758,8 milhões, a Itália por US$ 160 milhões, Holanda por US$ 129,1 milhões, Estados Unidos por US$ 92,7 milhões e Coreia do Sul por US$ 37,9 milhões.

No complexo frigorífico os valores da soma de janeiro a setembro deste ano foram de US$ 686,3 milhões. Esse número, no entanto, apresentou uma redução de 1% em relação ao mesmo período do ano passado. Do total arrecadado, 35,9% são das carnes desossadas de bovinos congeladas: US$ 246,3 milhões.

Os principais compradores desse produto foram Hong Kong, com US$ 139,6 milhões, Chile, com US$ 110,2 milhões, China, com US$ 49,9 milhões, Arábia Saudita, com US$ 44,2 milhões, e Irã, com US$ 42,9 milhões.v

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