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Caixa negativo é reclamação comum entre os novos prefeitos em MS

11 janeiro 2025 - 09h44Gesiane S. Lourenço

A mudança de gestores municipais em Mato Grosso do Sul, neste ano de 2025, tem sido marcada pelas reclamações sobre prefeituras com contas arruinadas.

Entre os casos divulgados mais recentemente, nesta sexta-feira, 10 de janeiro, estão Ladário (MS), com dívida aproximada de R$ 36 milhões, e Aral Moreira (MS), com débitos que beiram os R$ 25 milhões.

Em Ladário, o prefeito Munir ressalta que a cada hora encontra um nova surpresa com irregularidades, que ainda estão sendo investigadas pela equipe de contabilidade. Enquanto renegocia parcelamentos com fornecedores e prestadores de serviços, inclusive básicos como energia e água, Munir diz que a equipe econômica da prefeitura está reunindo todos os documentos necessários, que serão encaminhados ao Ministério Público para responsabilizar a quem for de direito. O Tribunal de Contas do Estado também será acionado para fazer uma varredura nas transações da antiga gestão.

Em Aral Moreira, a prefeita Elaine Aparecida Soligo, divulgou vídeo nas redes sociais, com tom de desabafo e preocupação, a gestora pede paciência da população e explica que a situação financeira deixa a prefeitura de portas fechadas. “A situação encontrada aqui é triste, é de calamidade. Por isso que a gente vai fazer um ofício. Um decreto de calamidade financeira do município de Aral Moreira”, diz a chefe do Poder Executivo.

A prefeita afirmou que são R$ 5,6 milhões de restos a pagar relativos aos exercícios anteriores a 2024. A gestora vai encaminhar os documentos para o Ministério Público de Mato Groso do Sul.

Outros casos

Em Naviraí, o prefeito Rodrigo Sacuno encontrou rombo de R$ 15 milhões nos cofres municipais. O balanço das finanças mostra que a gestão recebeu a prefeitura com R$ 17.229.012,84 em dívidas. E somente R$ 2.206.926,53 de recursos próprios em caixa.

Em Corumbá, o prefeito Dr. Gabriel herdou uma dívida que ultrapassa R$ 34 milhões, conforme levantamento da Seprad (Secretaria Municipal de Planejamento, Receita e Administração). Os débitos incluem valores não pagos referentes à folha de pagamento, subsídios, encargos sociais e despesas obrigatórias.

Em Dourados, Marçal Filho, já no dia da posse, anunciou auditoria no Fundo de Saúde. “Ainda não sabemos a real situação, mas uma das primeiras medidas será realizar uma auditoria no Fundo de Saúde para entender exatamente o cenário, inclusive esse apontamento sobre  rombo de R$ 70 milhões que foi mencionado e só assim poderemos tomar atitudes assertivas”, disse Marçal, durante entrevista ao Dourados News. *Com informações do CG News

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