Menu
sexta, 23 de julho de 2021
Expresso Mato Grosso - Junho
Expresso Mato Grosso - Promoção de Junho
Geral

Anvisa autoriza análise da eficácia de dose de reforço da AstraZeneca

19 julho 2021 - 11h01Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (19), a realização de estudo clínico para avaliar a segurança, a eficácia e a imunogenicidade da aplicação de terceira dose da vacina contra covid-19 da AstraZeneca. 

Segundo a Anvisa, o estudo inicial será feito em participantes que já receberam as duas doses do imunizante, com um intervalo de quatro semanas entre as aplicações. A dose de reforço será aplicada de 11 a 13 meses após a segunda dose. 

A Anvisa explica que trata-se de um estudo de fase três, em que o voluntário não saberá o que tomou: se uma dose da vacina ou de placebo. 

Voluntários 

“Serão incluídos voluntários com idade entre 18 e 55 anos, que estejam altamente expostos à infecção com o novo coronavírus, como profissionais de saúde. Não serão incluídas gestantes ou pessoas com comorbidades”, explica a agência, em nota. 

Segundo informou a Anvisa, o estudo, patrocinado pela AstraZeneca, será realizado somente no Brasil, nos estados da Bahia (1,5 mil voluntários), Rio de Janeiro (1,5 mil), Rio Grande do Sul (3 mil), Rio Grande do Norte (1,5 mil) e São Paulo (2,5 mil). 

Após a quebra do “cegamento da pesquisa”, quando os voluntários ficam sabendo se receberam a vacina ou o placebo, todos os participantes do grupo placebo serão convidados a tomar a dose de reforço. 

Proxalutamida 

Nesta segunda-feira, também foi autorizada a realização de um estudo clínico para avaliar a segurança e a eficácia do medicamento proxalutamida na redução da infecção viral causada pelo novo coronavírus e no processo inflamatório provocado pela covid-19. 

O estudo é de fase três e avaliará a eficácia e a segurança da substância em participantes ambulatoriais do sexo masculino com covid-19 de leve a moderada. 

O estudo é patrocinado pela empresa Suzhou Kintor Pharmaceuticals, sediada na China, e será realizado na Alemanha, Argentina, África do Sul, Ucrânia, México, Estados Unidos e Brasil, onde participarão 12 voluntários do estado de Roraima e 38, de São Paulo. 

Nesse domingo (18), o presidente Jair Bolsonaro disse que pediria estudos sobre o uso do medicamento no Brasil. 

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Acidente
Motociclista fratura clavícula após perder controle em lombada
Bombeiros
Incêndio urbano atinge vegetação em morraria com difícil acesso
Município
Decreto prorroga por mais 14 dias medidas para diminuir contaminação pela Covid-19
Decisão Popular
Servidores optaram por receber o 13° salário de forma integral em dezembro
Previsão
Sancionada LDO que prevê receita de R$ 18,47 bilhões para MS em 2022
Esperança
Taxa de contágio da Covid se mantém abaixo de 0,90 há uma semana em MS
Investigação
Caso Maria Stella Coimbra: jovem teria fotografado documento do suposto estuprador
Sem contrato
Santa Casa de Corumbá perde serviço de Urologia
Tempo
Final de semana continua com alerta para tempo seco em Mato Grosso do Sul
Facilidade
Saúde credencia laboratório e exames podem ser agendados na própria unidade de saúde

Mais Lidas

Briga de Família
Idoso é socorrido com três perfurações de faca no abdômen
Crime Ambiental
Fazendeiro é multado em R$ 246 mil por incêndio em 821 hectares no Pantanal
Combate
Incêndio atinge 3 hectares de vegetação na área urbana de Corumbá
Facilidade
Saúde credencia laboratório e exames podem ser agendados na própria unidade de saúde