Militares permanecem acampados em fazendas no Pantanal.
(Divulgação Bombeiros)
Segundo nota do Corpo de Bombeiros novos focos de incêndio foram combatidos nesta sexta-feira (09) na região da Nhecolândia e do Paraguai- Mirim, no Pantanal de Corumbá. Militares empenhados na Operação Hefesto realizaram ações de combate e de rescaldo das chamas.
A característica dessa região do Pantanal é de uma extensa área com grandes fazendas a serem percorridas. Não há tantas estradas e muitas das que existem não é possível trafegar com velocidade. Outra característica do terreno é o fogo subterrâneo, mais comum quando não há chuva em abundância. Ele pode durar dias, semanas ou até meses. Os sucessivos períodos de secas e cheias nas estações da região criam camadas de matéria orgânica no solo que no período mais seco se tornam altamente inflamáveis.
O monitoramento é constante e as equipes da Operação Hefesto permanecem acampadas nas fazendas em vários pontos estratégicos para o monitoramento e combate das chamas.
Polêmica
A operação Hefesto inicou no dia 2 de julho, primeira sexta-feira do mês, e segue com a polêmica de denúncia contra o comandante da corporação no Estado.
Segundo Bombeiros militares, protegidos pelo anonimato, eles estariam sofrendo assédio moral, inclusive na operação em andamento, uma vez que os focos de incêndio na região do Pantanal de Corumbá não juntificam a demanda causada. Enquanto os militares estão empenhadfos na operação, os quarteis seguem desfalcadas com escala apertada e trabalho dobrado.
Nesta sexta-feira, o jornal MídiaMax da capital divulgou a informação de que um ofício foi protocolado na secretaria de segurança pedindo a intervenção do Esatdo no comando do Corpo de Bombeiros.
Até o momento, nem os Bombeiros nem a secretaria de segurança se manifestaram sobre o caso.
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