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Economia

Vereador cobra transparência sobre destino de R$ 53 milhões da compensação ambiental

Parlamentar questiona critérios e pede prioridade para investimentos no município diretamente impactado pela mineração

24 fevereiro 2026 - 16h39Gesiane S. Lourenço

A expansão das atividades da mineradora LHG Mining Corumbá S.A. gerou uma compensação ambiental fixada em R$ 53.206.000,00, mas o destino desse montante bilionário ainda é alvo de incertezas. Durante a sessão ordinária desta segunda-feira, 23 de fevereiro, o vereador Pietro Candia protocolou um requerimento de urgência exigindo que o Governo do Estado e o IMASUL detalhem como e onde esses recursos serão aplicados.

A preocupação central do parlamentar é garantir que o montante seja investido prioritariamente em Corumbá, cidade que absorve os impactos diretos da mineração. Pietro questiona os critérios técnicos que levaram à fixação do percentual de 1,320% sobre o valor total do empreendimento e se o cálculo considerou apenas danos ambientais ou também os reflexos socioeconômicos na região.

Pontos cruciais da cobrança ao IMASUL e ao Governo de MS:

  • Transparência Financeira: Em qual fundo estadual os R$ 53 milhões serão depositados e se há vinculação obrigatória ao município impactado.
  • Participação Popular: Se o Conselho Municipal de Meio Ambiente ou a sociedade civil de Corumbá terão voz na definição dos projetos e obras.
  • Cronograma de Investimentos: A existência de um plano de aplicação detalhado e público para que a população possa fiscalizar a execução.

O vereador ressalta que a expansão da LHG Mining vai dobrar a capacidade produtiva no município, o que gera pressão imediata sobre a infraestrutura urbana e os recursos naturais locais. "A compensação ambiental deve mitigar impactos. É imprescindível que sua aplicação observe o princípio da proporcionalidade territorial, assegurando que Corumbá seja a principal contemplada", defendeu Pietro Candia.

A cobrança enviada ao governador Eduardo Riedel e ao diretor-presidente do IMASUL busca evitar que os recursos sejam diluídos em outras regiões do estado, ignorando a realidade de quem convive diariamente com a dinâmica da atividade minerária. *Com informações da Assessoria

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