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Vereadoras de MS formam Parlamento Feminino da Fronteira para empoderar mulheres vítimas de violência

16 março 2019 - 09h42Portal do MS

Com apoio do Governo do Estado, vereadoras de municípios fronteiriços de Mato Grosso do Sul formaram nesta sexta-feira (15.3) o Parlamento Feminino da Fronteira para trabalhar no desenvolvimento de políticas públicas em defesa das mulheres vítimas de violência.

O principal objetivo do grupo é levar conhecimento às mulheres que vivem na divisa com o Paraguai e a Bolívia, promovendo o empoderamento, o empreendedorismo e a superação de desigualdades, explica a vereadora Anny Espínola, de Ponta Porã, que assumiu a coordenação do Parlamento Feminino.

“E como faremos isso? Envolvendo os 18 municípios fronteiriços de MS na promoção de audiências públicas, seminários e esclarecimentos. Essa união é fundamental, pois trabalhar na fronteira é muito difícil, já que o agressor passa de um país para o outro e fica impune”, avalia.

“Não podemos mais permitir que isso aconteça. Vamos trabalhar, sempre com apoio das coordenadorias de atendimento à mulher, o acolhimento e a orientação para que na primeira agressão que essa mulher sinta-se fortalecida e segura para denunciar e procurar e independência”, afirma Anny.

Formação

Formado com apoio da Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica (Segov), por meio da Subsecretaria Especial de Cidadania e da Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres, o Parlamento Feminino da Fronteira tem representatividade de 18 municípios.

São eles: Amambai, Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Eldorado, Iguatemi, Japorã, Ladário, Laguna Carapã, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Sete Quedas e Tacuru.

MS referência

Políticas públicas de combate à violência contra as mulheres fronteiriças, elaboradas pelo Governo de Mato Grosso do Sul, serão replicadas em municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – estados que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul).

Conforme a subsecretária Especial de Cidadania, Luciana Azambuja, a medida é compromisso do Governo de MS dentro do bloco econômico. “Formamos o grupo de trabalho MS Fronteiras com o objetivo de construir políticas públicas buscando o desenvolvimento econômico e social das mulheres fronteiriças”, diz.

Nesse cenário, MS desenvolve o projeto piloto que será replicado em todas as cidades fronteiriças dos estados do Codesul. “Essas políticas públicas para superação das desigualdades e o enfrentamento à violência serão aplicadas de Corumbá ao Chuí, no extremo sul do Rio Grande do Sul”, explica.

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