Andorinha 70 anos

Traficante é presa enquanto prepara “paradinhas” em “boca” do Aeroporto

Por Gesiane Medeiros08 NOV 2017 - 08h38min

Denúncias recebidas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil resultaram na prisão de uma mulher de 41 anos nesta terça-feira, 7 de novembro. Iraci Fernandes Lopes, conhecida como “Síria”, era traficante de drogas no bairro Aeroporto e oferecia a própria casa para que usuários utilizassem a droga livremente.

Iraci preparava as "paradinhas" praticamente na hora da venda. Foto: Divulgação/Polícia Civil

“Síria” foi presa em flagrante preparando “paradinhas” de pasta base dentro de um dos cômodos de sua casa. Segundo informações, ela tinha como estratégia montar os “papelotes” momentos antes do tráfico, para não ter estoque em na "boca".

O monitoramento a residência durou 10 dias, até que a polícia obteve a informação de que Iraci havia recebido grande quantidade de cocaína que estava então sendo embalada para a comercialização.

Alcione (à esquerda) e o filho de Iraci, Gilson também tinham envolvimento com o tráfico. Foto: Divulgação/Polícia Civil

No local, foi constatado grande movimentação de usuários já conhecidos e tráfego intenso de motocicletas. Após meia hora de observação, “Síria” foi vista entregando algo para um indivíduo suspeito e em seguida retornando para casa, momento em que a equipe realizou a entrada tática e flagrou Iraci em um dos cômodos da residência, com uma porção de pasta base ralada, peneirando os entorpecentes, que em seguida eram embalados com o auxilio de uma faca em pedaços de papel sufite. Até aquele momento a traficante havia preparado cinco “paradinhas”. Junto a Iraci haviam, R$ 175 em notas miúdas e 7,5 gramas de pasta base ralada.

Apreensões realizadas na "Boca da Síria". Foto: Divulgação/Polícia Civil

Outros dois indivíduos foram presos no local, o filho de Iraci, Gilson da Silva Junior de 23 anos e Alcione Silveira da Silva de 30 anos, ambos com aparência de estarem sob o efeito de drogas.

Iraci assumiu vender drogas em sua casa, cobrando R$ 5 por cada papelote, mas apontou Alcione como o verdadeiro dono dos entorpecentes. Alcione por sua vez, desmentiu a versão de Iraci e disse que os traficantes são a mulher e seu filho. Ao três foram encaminhados para Delegacia de Polícia Civil.    

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