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Setor empresarial já utilizou R$ 463 milhões de recursos do FCO este ano

Por Redação10 OUT 2017 - 10h02min

Empresários do segmento do comércio de bens, serviços e turismo de Mato Grosso do Sul, assim como da indústria, já contrataram este ano R$ 463 milhões das linhas de crédito do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste). Os números foram apresentados nessa segunda-feira (09) pelo superintendente do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul, Glaucio Zanettin Fernandes, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande.

Números foram apresentados pelo Banco do Brasil nesta segunda (09) em Campo Grande. Foto: Divulgação 

Segundo o superintendente, do total de R$ 2,338 bilhões disponibilizados para o Estado, 50% foram para o setor empresarial e 50% para o rural, sendo R$ 1,169 bilhões para cada. Desse total, foram utilizados no Estado pouco mais de R$ 900 milhões pelo agronegócio e R$ 463 milhões pelo setor empresarial, que somam R$ 1,363 bilhão até setembro deste ano. 

“Apesar de ser um número bem menor, os valores do empresarial este ano foram muito significativos, pois o segmento apresentou um crescimento de mais de mil por cento na aplicação de recursos”, afirma Glaucio Zanettin. Para 2017, ainda restam mais de R$ 970 milhões dos recursos, que o governo do Estado pode redistribuir de acordo com as necessidades de cada setor.

“É uma boa oportunidade para aproveitar o crescimento da nossa economia, embora pequeno, para fazer investimentos. Esses recursos apresentados hoje têm juros baratos e muito bem facilitados para o segmento do comércio de bens, serviços e turismo crescer e desenvolver. O crescimento acontece justamente nas oportunidades que são dadas em momentos de crise, e essa é uma delas. Não apenas o FCO, mas temos o cartão de crédito do BNDES e outros tipos de financiamentos que o próprio Banco do Brasil oferece. O importante ter é um bom planejamento, para evitar dissabores futuros”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-MS, Edison Araújo.

O FCO é um agente de desenvolvimento da Região Centro-Oeste mantido pelo Banco do Brasil. No âmbito do Fundo, há a linha do FCO Rural, com investimento e custeio para produção agrícola e pecuária e implementação, ampliação ou modernização de agroindústrias ou cooperativas, enquanto no FCO Empresarial as pessoas jurídicas e microempreendedores individuais têm acesso às linhas para infraestrutura econômica e desenvolvimento industrial, do turismo regional e dos setores comercial e de serviços.

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