Governo - Doação de Sangue

Greve dos caminhoneiros custará R$ 15 bilhões para a economia

Por Agência Brasil13 JUN 2018 - 08h35min
Paralisação dos caminhoneiros na Rodovia Presidente Dutra, no Rio de JaneiroFoto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Os dez dias de greve dos caminhoneiros custarão R$ 15 bilhões para a economia, o equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), informou o Ministério da Fazenda. De acordo com a pasta, o ministro Eduardo Guardia repassou a estimativa segunda-feira (11) em reunião com investidores em São Paulo.

Por causa da paralisação, a previsão oficial de 2,5% de crescimento do PIB para este ano poderá ser revista para baixo. O número só será divulgado no fim de julho, e o ministro não informou mais detalhes.

Na última edição do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada todas as semanas pelo Banco Central, os analistas de mercado estimavam que a economia crescerá apenas 1,94% em 2018. Essa foi a sexta semana consecutiva de queda nas projeções. Há um mês, a projeção estava em 2,51%.

O ministro não informou o impacto que a greve dos caminhoneiros terá sobre a inflação, por causa da escassez de alimentos e da alta temporária do preço dos combustíveis provocadas pela paralisação. Segundo o boletim Focus, a previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,65% para 3,82% em 2018. As projeções do Ministério da Fazenda para a inflação também só serão divulgadas no fim de julho.

Deixe seu comentário

Leia Também

Policial

Homem tranca mulher e filhos em casa, tenta incendiar o local e acaba preso

Saúde

Corumbá terá 16 postos no Dia D da vacinação contra a poliomielite e sarampo

Policial

Após perder irmão em ataque, jovem continua internado com bala alojada na cabeça

Economia

Inflação recua em quatro das sete capitais pesquisadas pela FGV

Educação

Escola da Rede Municipal lança projeto “Ninho de Leitura”

Poder Legislativo

Câmara de Vereadores comemora 146 anos de instalação, a quarta mais antiga do Brasil

Educação

Senai dá continuidade às formaturas coletivas e certifica mais 656 novos profissionais