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dois são presos por espalhar vídeos no Facebook de garotas chamadas de ‘marmitas’

10 janeiro 2019 - 09h47Midiamax

Mais um caso de vídeos de adolescentes espalhados em redes sociais, Facebook, e distribuído também por WhatsApp virou caso de polícia. O caso agora aconteceu na cidade de Ribas do Rio Pardo – a 97 quilômetros de Campo Grande. Mas, desta vez dois rapazes foram presos e dois adolescentes apreendidos  entre eles uma garota.

Informações passadas pela Polícia Civil, são de que uma adolescente teria criado um vídeo que denegria a imagem de várias meninas da cidade e espalhado no Facebook, sendo que outro adolescente teria compartilhado as imagens em grupos de WhatsApp.

Os rapazes de, 18 e 12 anos, teriam feitos comentários ofensivos as meninas que estavam sendo difamadas no vídeo postado na rede social pela garota. Em um dos comentários, um dos jovens dizia que todas as meninas do vídeo seriam ‘marmitas’ e que quem criou o vídeo deveria ganhar um prêmio. Já outro comentário falava qualificava as vítimas como ‘marmitex’. O vídeo acabou se espalhando com rapidez parando em grupos de outras cidades, Campo Grande, Três Lagoas e Água Clara.

Ao todo 11 meninas são difamadas no vídeo, e a polícia prendeu os rapazes – autores dos comentários. Já os adolescentes foram ouvidos e liberados respondendo pelo crime em liberdade.

Outro caso

Na cidade de Bandeirantes, vídeos de cerca de 20 adolescentes circularam nos últimos dias na cidade, com a intitulação “as marmitas de Bandeirantes”. As vítimas têm de 14 a 18 anos.

O fato gerou indignação por parte das famílias, que procuraram a delegacia. Segundo alguns pais das vítimas, os suspeitos querem difamar as meninas. “Estão chamando nossas filhas de comida, espalhando e compartilhando isso nas redes sociais”, relatou.

As vítimas afirmaram que quem estaria espalhando as imagens com essa intitulação seria um adolescente de 14 anos. Ele já foi ouvido na delegacia de polícia, onde afirmou que não começou a espalhar as fotos, apenas teria compartilhado de outra publicação.

A polícia informou que o caso foi registrado como difamação e será investigado. Não foram divulgados mais detalhes.

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