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COLUNA

Entrelinhas

Sylma Lima

Ameaça não é brincadeira

11 março 2019 - 15h01

Pessoa muito influente de Corumbá, de alto posto militar, não aceita separação e vive atormentando a vida  ex- mulher. Fato este que já virou boletim de ocorrências e até processo criminal  com condenação e medida protetiva, mas,  de nada adiantou, porque o inconformado não desiste e invés de partir para outra fica ‘chorando as pitangas’ por algo que já acabou.

Ocorre que, diante de tantos casos de feminicídios registrados nos últimos dias, não somente em Corumbá, ou no estado de MS, mas em todo país, a situação está se tornando insuportável. Por um lado as ocorrências policiais registradas não garantem a vida da ex mulher, que já constituiu família. Por outro, segundo o atual companheiro da vítima, “ a Marinha tem sido omissa e negligente, pois é sabedora de toda situação, mas não toma providencias” . O homem anda armado, ameaça e intimida a ex mulher em eventos públicos. Vídeos mostram imagens de provocação e ate atos de vandalismo, pois o  ‘figurão’ aparece em frente a casa da vítima jogando pedras no imóvel, totalmente transtornado.

Esta semana ele passou dos limites num evento e começou a  provocar, ameaçando a ex , de morte. Como o caso da professora levantou as discussões a respeito do tema, a família esta se sentindo fragilizadas, pois, há muita semelhança entre os envolvidos.

Os autores de feiminicídio tem a mulher como objeto pessoal, que ninguém pode usar. É como se fosse um utensílio doméstico, uma geladeira ou televisão. É dele e ninguém pode tocar. Caso isso aconteça se acha no direito de tirar a vida da pessoa. Comportamento doentio que deve ser tratado com a máxima cautela. Os últimos acontecimentos apontam que não importa quanto tempo se passou da separação, eles podem atacar e matar a qualquer momento.

 

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