Régis Governo

Achismos da política

Por Sylma Lima01 OUT 2018 - 09h26min

Aproximando-nos das eleições e novamente Corumbá se vê dividida entre interesses escusos e egos inflamados. Um pacto político criado para a cidade eleger um representante foi substituído pela ânsia de poder. Estão medindo forças para ver quem pode mais. E nessa luta insana o povo é que vai pagar o preço,  amargando mais quatro anos sem representante na Assembléia Legislativa. Corumbá é cidade pequena demais. Aqui um é amigo do outro, é vizinho, ou é parente. E essa proximidade resulta em laços de amizades e dividas de gratidão. Mas, uma coisa é fato, não há gratidão ou amizade  que supere a falta de humildade, a presunção do ‘já ganhei’, ou ‘sou o melhor’. Nessa seara indigesta ninguém é melhor que ninguém. Estão todos no mesmo  barco e pelo jeito à deriva.

Alerta

Talvez não de mais tempo por que o estrago já foi feito, mas tem gente que diminui em vez de somar. Estou falando de certos assessores de políticos que se acham os ‘articuladores’ e não passam de pessoas oportunistas e insuportáveis. Gente que não tem palavra. Gente que mente. Gente que ignora e finge que não conhece quando passa na rua. Cuidado tem ‘lobista’ achando que tem  simpatia popular, pelo contrario, é detestado e tem fama de ‘metido’. Tipo de pessoa que ‘pesa’ nos ombros , mais que carregar a sagrada  ‘cruz de Cristo’. Tem usurpador de patrimônio publico entre outras ‘cositas mas’. Tem um metido a galã (desculpe ex vereador Antonio Viana nada a ver com sua pessoa), que passa pelos amigos e mesmo cumprimentado sai andando , ignorando. Ops!! Não estamos numa eleição? Finge que gosta energúmeno. Não se esqueça de nós conhecemos seu passado. E pelo andar da carruagem  seu futuro também. Nesse império das vaidades quem perde é o candidato da casa, pois o eleitor magoado, e com razão, prefere votar votar em quem lhe deu atenção. E nesse quesito os candidatos de fora são ‘feras’

Hombridade

Há um texto no livro do Platão e Fiorim ( Lições de texto leitura e redação) que, em um de seus capítulos  discorre sobre o poder da palavra. Numa das passagens ele exemplifica tipos de argumentação e cita um episodio que ocorreu quando Collor foi eleito presidente  prometeu manter-se neutro na votação da emenda constitucional que estabelece o sistema parlamentarista e , na surdina, trabalhou pela rejeição: Confiram a introdução do texto de Ulisses Guimaraes, saudoso peemedebista que nada mais quis dizer do que, o quanto vale a palavra empenhada.

 

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